
PROCURANDO ENTENDER A RELAÇÃO ITAÚ, UNIBANCO E AIG.
FW: Enc: ITAÚ - VERDADEIRA BOMBA...
De: solange ... (naman854@...)
Enviada: segunda-feira, 22 de dezembro de 2008
Para: marcus.stanley@...
Anexos: 1 anexo(s)
SERÁ QUE É VERDADE ? ? ?
ITAÚ. Verdadeira BOMBA
*Assunto: Itau*
"Cheguei há pouquinho do Rio, onde trabalhei muito, ... não poderia deixar de responder esse seu mail agora, porque há mais de 2 meses o 'pessoal' da Ágora de São Paulo (você conhece?) me 'bateu a bola' e a passei a alguns amigos nos USA e não sei se também copiei p/ VC;
de que o Henrique Meirelles tinha ido às pressas para Nova York, devido à falência da AIG, maior seguradora dos USA e que o Governo Americano tinha estatizado!
O Bush e seus asseclas, por pura pressa e INCOMPETÊNCIA, não tinham avaliado as muitas implicações internacionais dessa medida.. Dentre muitas a AIG era controladora do UNIBANCO.
Portanto o UNIBANCO PASSAVA A PERTENCER AO GOVERNO AMERICANO, e, salvo o compulsório, a AIG tinha esvaziado a caixa do UNIBANCO e a tinha 'enchido de hipotecas podres americanas'.
Resultado: O Banco Central emprestou, a fundo perdido, dinheiro ao ITAÚ, que não precisava e forçou o BNDES a emprestar dinheiro a 'taxas simbólicas' ao ITAÚ, para o mesmo fim.
Na realidade, você e eu compramos o UNIBANCO!!
E os 'títulos podres' do AIG ficaram pro Banco Central!
Um novo PROER igual ao Marka/Fonte/Cindam concedido ao nosso 'amigo' Salvatore Cacciolla!!!
Isto tudo é pura verdade e pode passar adiante!!!
Há ainda o Banco Panamericano (Silvio Santos ) que 'explodiu' e a Financeira Aymoré, que financiou, sem garantias, a compra de milhares de carros 0 km, com entrada de R$1,00 e pagamentos das primeiras 72 prestações só em março de 2009!!!
Esta BOMBA e outras vão 'estourar no colo' de alguém blindado...
Aí e depois, com as outras: CASAS BAHIA E INSINUANTE etc., vamos ver como ficam as coisas...
PORTANTO, NÃO COMPRE CARROS , ELETRODOMESTICOS , COMPRE O ESTRITAMENTE NECESSÁRIO , DEPOSITE SEU DINHEIRO EM BANCOS FEDERAIS (BANCO DO BRASIL E CAIXA ECONOMICA) EVITE TOTALMENTE DE EMPRESTIMOS E FINANCIAMENTOS.
OS CARROS TV PLASMA ELETRODOMESTICOS ESTAO SUPERFATURADOS MUITO ALEM DOS PREÇOS , AGUARDE ATE MARÇO DE 2009 POIS VOCE PODERA COMPRALOS POR 1/3 DO PREÇO DE HOJE , APLIQUE SEU DINHEIRO EM POUPANÇA DE BANCOS FEDERAIS.
DEPOIS DO NATAL VEM UMA BOMBA FINACEIRA DE ALTA POTENCIA , QUEM VIVER VERA ...... AGUARDE!
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O possível Proer do Itaú/Unibanco por causa da AIG Seguradora
E olha que lá vem mais, Casas Bahia e Lojas Insinuate. (Acabo de receber uma mensagem em "off" de um amigo muito bem informado do mercado financeiro, que confirma as dicas que venho publicando há semanas. Publico a mensagem na íntegra, como dica para os jornalistas irem fundo na apuração Eis): "Cheguei há pouquinho do Rio, onde trabalhei muito, quase fundindo a cuca; mas não poderia de deixar de responder esse seu mail agora, porque há +/- 2 meses o pessoal da Ágora de SPaulo me bateu a bola e a passei a alguns amigos nos USA. A dica era a de que o Henrique Meirelles tinha ido as pressas p/ NYork, devido à falência da AIG maior seguradora dos USA e que o Governo Americano a tinha estatizado! O Bush e seus asseclas, por pura pressa e INCOMPETÊNCIA, não tinham avaliado as muitas implicações internacionais dessa medida. Dentre muitas a AIG era controladora do UNIBANCO. Portanto o UNIBANCO PASSAVA A PERTENCER AO GOVERNO AMERICANO, e ,salvo o compulsório, a AIG, tinha esvaziado a caixa do UNIBANCO e a tinha 'enchido de "mortgages" podres americanas. Resultado: O Banco Central, emprestou a fundo perdido dinheiro ao ITAÚ, que não precisava e forçou ao BNDES a emprestar dinheiro à "taxas simbólicas" ao ITAÚ, para o mesmo fim. Em realidade você e eu compramos o UNIBANCO!!! E aos "títulos podres" do AIG, ficaram pro BancoCentral do Brasil !!!!! Um novo PROER igual ao Marka/Fonte/Cindam concedido ao nosso "amigo" Salvatore Cacciolla!!! Isto tudo, é pura verdade e pode passar adiante!!! Há ainda o Banco Panamericano (Silvio Santos), que "explodiu" e a Financeira Aymoré, que financiou, sem garantias, compra de milhares de carros 0 km, com entrada de R$1,00 e pagamentos das primeiras 72 prestações só em março de 2009!!! Esta BOMBA e outras vão "estourar no colo" do blindado Lulla! Aí e depois com as outras CASAS BAHIA E LOJAS INSINUANTE etc., vamos ver como ficam as coisas...
23/11/2008
Post do Blog
http://www.conteudo.com.br/studart
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Seguradora AIG é forçada a levantar fundos para evitar concordata
da France Presse, em Nova York
Após a ruína do Lehman Brothers, a seguradora americana AIG (American International Group) se encontra no olho do furacão da crise financeira no Wall Street devido à forte exposição a produtos financeiros de alto risco.
A ação da AIG perdeu 60,8% segunda-feira na Bolsa de Nova York. Desde o início do ano, a companhia já perdeu 93% de seu valor no mercado financeiro.
Entenda a quebra do banco Lehman Brothers
Entenda a crise financeira que atinge a economia dos EUA
A AIG precisava levantar US$ 20 bilhões para honrar seus compromissos com os investidores e foi autorizada a receber o dinheiro de suas filiais no exterior, segundo David Paterson, governador do Estado de Nova York.
Segundo Paterson, o objetivo dessa quantia é "obter liquidez para as operações diárias da casa matriz", seu principal problema, pois a AIG está "financeiramente saudável", com US$ 77,9 bilhões de excedentes de fundos próprios.
A AIG tem sua sede em Nova York e compete ao governo estadual supervisionar as companhias de seguros.
Segundo o "New York Times", o ex-número um mundial do seguro chegou, inclusive, a pedir para o Federal Reserve (Fed, banco central americano) um empréstimos de US$ 40 bilhões.
A AIG, primeira seguradora americana, tem atividades diversificadas, O grupo está presente sobretudo no ramo de leasing (locação e venda), de aviões, empréstimos imobiliários e empréstimos ao consumo.
Ela detém uma filial especializada em atividades de mercados, a AIG Financial Products Corp. (AIGFP), que corresponde praticamente a um banco de investimentos.
Dificuldades
É desta filial que vem as principais dificuldades do grupo, que registrou uma perda líquida de US$ 18 bilhões nos nove últimos meses.
Dentro destas atividades de mercado, pouco desenvolvidos entre as demais seguradoras, a AIG emitiu um número muito elevado do "credit default swaps" (CDS), instrumentos financeiros para tranqüilizar os investidores contra as moratórias de um emissor de obrigações.
Estes produtos complexos, freqüentemente ligados ao mercado imobiliário americano, estão no centro da crise bancária atual e já provocaram enormes desvalorizações de ativos no mundo inteiro.
A AIG já teve de passar por US$ 25 bilhões de desvalorização, devido ao fato de um aumento de inadimplências dos proprietários de casas nos EUA.
Segundo um documento enviado às autoridades do mercado americano (Securities and Exchange Commission, SEC), em 30 de junho de 2008, a AIG havia acumulado uma exposição considerável de US$ 441 bilhões destes produtos.
No Brasil, a AIG tem uma participação de 50% na Unibanco AIG Seguros & Previdência. A outra metade pertence ao Unibanco. Segundo reportagem da Folha desta terça-feira, o Unibanco AIG é independente e não sofre interferência dos resultados da AIG, conforme nota do Unibanco.
A AIG pretende ceder sua atividade de financiamento de leasing de aviões, a International Lease Finance Corporation (ILFC), que possui uma frota de mil aeronaves.
A seguradora tem 74 milhões de clientes no mundo, a maioria deles americanos, que ficarão sem seguro em caso de concordata da sociedade. Ela empregava 116 mil pessoas em 130 países no fim de 2007.
16/09/2008
http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u445411.shtml
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Entenda a operação de resgate da seguradora AIG
LONDRES - O Federal Reserve, o banco central dos Estados Unidos, anunciou um empréstimo de US$ 85 bilhões para tentar evitar a falência da seguradora AIG, a maior do país. Em retorno, o governo assumirá o controle de quase 80% das ações da empresa e o gerenciamento dos negócios. O pacote de resgate foi anunciado um dia depois da quebra do banco de investimentos Lehman Brothers, que pediu concordata e provocou a queda no preço de várias ações no mercado financeiro global. A seguir, entenda as causas dos problemas financeiros enfrentados pela AIG e seus efeitos no mercado financeiro global.
Por que a AIG necessitava de um pacote de resgate?
A seguradora American International Group (AIG) foi fortemente afetada pela crise no mercado de crédito que vem sacudindo os mercados financeiros há pouco mais de um ano. O principal negócio da empresa é vender seguros, mas não apenas para pessoas comuns que compram seus serviços, como seguro imobiliário. A companhia também fornece serviços para grandes empresas, especialmente bancos.
Ao fazerem grandes operações, os bancos contratam seguradoras, como a AIG, para socorrê-las no caso de seus negócios darem errado. A AIG estava sob forte pressão financeira depois de ter registrado perdas em três trimestres consecutivos que totalizaram US$ 18,5 bilhões.
O rombo está diretamente ligado a problemas relacionados ao mercado de crédito imobiliário, já que a empresa desempenhava um papel importante ao assegurar instituições financeiras em todo o mundo contra riscos.
Apesar de ser uma empresa bem-sucedida, os lucros da AIG estavam bloqueados em negócios e investimentos que não são fáceis de vender ou difíceis de avaliar. Para sobreviver, a seguradora precisava de dinheiro urgentemente e o Federal Reserve era o único preparado para prestar socorro.
Eu tenho uma apólice de seguros com a AIG. O que devo fazer?
Nada. O governo americano acredita que a AIG é grande demais para quebrar. As apólices de seguro da AIG continuam em vigor.
Por que o governo resgatou a AIG e não o banco Lehman Brothers?
A AIG oferece seguros para muitas instituições bancárias que fazem empréstimos corporativos e imobiliários. Os bancos contrataram seus serviços para se proteger contra os riscos que esses empréstimos representam, como inadimplência dos clientes.
Uma das razões por trás do contrato das seguradoras é garantir às instituições reguladoras que esses empréstimos representam o menor risco possível.
Com isso, elas podem emprestar mais dinheiro do que, de fato, possuem. Se a AIG quebrasse tais transações de alto risco não poderiam ser asseguradas e colocaria toda a indústria financeira global em sérios apuros.
As injeções de recursos para socorrer companhias privadas é uma decisão cada vez mais difícil para o governo americano, já que os contribuintes americanos correm o risco de ter um prejuízo de bilhões de dólares.
Quando o Bear Stearns começou a dar sinais de ser afetado pela crise, o Tesouro americano ajudou o JP Morgan Chase a comprá-lo.
Além disso, na semana passada, o governo na prática nacionalizou as firmas de hipoteca Fannie Mae e Freddie Mac, que entre si possuem ou avalizam cerca de metade do mercado de hipotecas americano, avaliado em US$ 12 trilhões.
Ao rejeitar conceder garantias para uma operação de compra do Lehman Brothers pelo banco britânico Barclays, analistas dizem que o Tesouro americano traçou uma linha para demarcar a vontade de usar dinheiro público no resgate a bancos que tomaram decisões equivocadas.
Em vez disso, autoridades preferiram apoiar o sistema de outras formas, anunciando medidas para facilitar o acesso de empresas com dificuldades financeiras a créditos de emergência.
17 de setembro de 2008
http://www.estadao.com.br/economia/not_eco243427,0.htm
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