LEGISLAÇÃO MUNICIPAL

LEI Nº 2325 DE 12 DE ABRIL DE 2010.

DISPÕE SOBRE A PARTICIPAÇÃO DA SOCIEDADE CIVIL NA ELABORAÇÃO DO ORÇAMENTO DO MUNICÍPIO DE MARICÁ.

O POVO DO MUNICÍPIO DE MARICÁ, por seus representantes na Câmara Municipal, aprovou e o Prefeito Municipal, em seu nome, sanciona a seguinte Lei:

Art. 1º A sociedade civil participará da elaboração do Orçamento do Município de Maricá, por meio de audiências públicas regionais, onde serão discutidas as propostas orçamentárias.

Art. 2º A participação da sociedade civil no orçamento do Município ocorrerá com a realização de audiências públicas regionais, em número e locais segundo a abrangência e o interesse de cada tema, anunciadas amplamente por veículos de comunicação local.

Art. 3º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.

GABINETE DO PREFEITO DO MUNICÍPIO DE MARICÁ, Estado do Rio de Janeiro, RJ, 12 de abril de 2010.

WASHINGTON LUIZ CARDOSO SIQUEIRA (QUAQUÁ)

PREFEITO DO MUNICÍPIO DE MARICÁ

segunda-feira, 23 de junho de 2008

LULLA ELOGIA GEISEL E MÉDICI


Lulla elogia Geisel e Médici

De: tribunaonline@...com em nome de raymundo araujo

Enviada: segunda-feira, 28 de abril de 2008 16:43:33

Para: Tribuna Online (tribunaonline@...com)

Lulla Reencontra seu Passado!

Por Raymundo Araujo Filho 27/04/2008 às 21:30

"Fico muito feliz quando dizem que Lula elogia Geisel e Médice, sem preconceitos. POR CAUSA DE UMA OU DUAS MEDIDAS ERRADAS, não se pode condenar o que de bom foi feito"

Estas foram as declarações de Lulla, elogiando a construção Itaipú Binacional e a EMBRAPA.

Sem entrar nos méritos e deméritos das obras e empresas inauguradas no regime militar, a diluição política PROPOSITAL que Lulla faz de nossa história, é algo inaceitável. A não ser pela canalhada da direita que frequenta o CMI, que apóiam o Lulla e sentem saudades da ditadura militar.

Uma ou duas medidas erradas. Este é o resumo do estrago feito pela ditadura Militar ao Brasil, segundo Lulla.

Aqueles que se dizem de esquerda e ainda mantêm apoio político ao (des)governo Lulla precisam avaliar o que estão fazendo ao país. Aos jovens deste país que sofrem um bombardeio incessante para a desconstrução e relativização histórica dos atos ilegais e cruéis, onde os meios justificavam os fins.

Lulla, através desta frase, afinal reencontra o seu passado de jovem operário alienado e conservador, que só deixou para trás, em parte.

Fez toda a sua trajetória política apoiado pelos que foram torturados e combateram o que houve de pior neste país para, no Poder, trair a própria história.

Lulla saiu melhor do que a encomenda. Deve surpreender positivamente até aqueles que conseguiram cooptá-lo para a Traição de Classe.

Com a palavra os esquerdistas do PT e de partidos aliados.

segunda-feira, 16 de junho de 2008

CLIMA TERÁ MUDANÇA IRREVERSIVEL, ALERTA A ONU


Clima terá mudança irreversível, alerta ONU

As atividades humanas podem levar a impactos e mudanças climáticas abruptas e irreversíveis. .

PABLO UCHÔA

Da BBC BRASIL (*)

VALÊNCIA — O Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) concluiu nesta sexta-feira, em Valência (Espanha), seu relatório político sobre o estado do clima no planeta, alertando para impactos "irreversíveis" caso os governos não tomem medidas concretas contra o aquecimento global.

O documento final – que terá grande peso nas negociações sobre o clima que ocorrem daqui a um mês em Bali, na Indonésia – contém um trecho que foi questionado pelos Estados Unidos em negociações que se arrastaram diversas vezes até depois das dez horas da noite.

Em inglês, a frase afirma que "as atividades humanas podem levar a impactos e mudanças climáticas abruptas e irreversíveis". Na quarta-feira, a delegação americana manifestava objeções e tentava retirar o trecho do relatório.

Os Estados Unidos, que não ratificaram o Protocolo de Kyoto e foram acusados de tentar minar as discussões sobre o clima na reunião do G8, na Alemanha, são apontados como partidários de "suavizar" também as conclusões do IPCC.

Quanto mais forte a linguagem utilizada pelo IPCC, mais pressão os governos sofrerão para adotar medidas urgentes contra a mudança climática.

Na abertura da conferência do IPCC, na segunda-feira, o chefe da Agência de Mudanças Climáticas das Nações Unidas (UNFCCC, na sigla em inglês), Yvo de Boer, disse que não agir neste sentido seria "criminoso".

Conclusões

Por ser em última instância um órgão governamental (o IPCC é formado por cientistas reconhecidos, indicados por governos), o painel da ONU emite conclusões que os executivos não podem simplesmente ignorar depois.

Depois que o IPCC recebeu o prêmio Nobel da Paz junto com o ex-vice-presidente americano Al Gore, hoje um ativista ambiental, a opinião pública e a atenção da mídia aumentaram a pressão para que os alertas contra o aquecimento global sejam levados a sério.

Em Valência, nenhum governo questionou a base científica de que a ação humana emite gases que causam o efeito estufa e são responsáveis pela maior parte do aquecimento global nos últimos 50 anos.

Além disso, novas pesquisas permitiram aos cientistas do IPCC afirmar que a temperatura da Terra pode subir entre 1,1ºC e 4ºC até 2100, com o derretimento das camadas polares fazendo os oceanos se elevarem entre 18 cm e 58 cm no período.

Ao falar dos impactos da mudança climática, o painel chancelou a hipótese de que uma elevação de 2ºC na temperatura da Terra colocará em risco de extinção um terço das espécies do mundo, modificando o meio ambiente planetário de maneira tal que 1 bilhão de pessoas estarão vulneráveis à fome, à sede e a doenças.

O IPCC apresenta a recomendação dos especialistas de estabilizar a emissão de gases que causam o efeito estufa até 2030, e reduzi-la até 2050. Neste contexto, o relatório destaca a importância de medidas como a adoção de energias limpas e de biocombustíveis, como o etanol brasileiro.

Em relação ao Brasil, os relatórios técnicos do IPCC chancelam o alerta de que a Amazônia corre risco de virar parcialmente uma savana se continuarem as atuais políticas públicas.

Mas a menção à maior floresta tropical do mundo foi retirada dos documentos políticos, porque havia poucas informações disponíveis sobre o impacto do aquecimento na região. Para seu relatório deste ano, o IPCC só considerou estudos até o fim de 2004.

Compromisso

No passado, cada relatório científico do IPCC ecoou na classe política para criar compromissos ambientais mundiais.

O primeiro, publicado em 1990, levou à criação da Convenção da ONU contra a Mudança Climática, durante a Conferência da Terra, ou simplesmente Eco-92, realizada em 1992 no Rio de Janeiro.

A segunda avaliação do IPCC, de 1995, foi a base científica utilizada para a criação, dois anos depois, do Protocolo de Kyoto, que estabeleceu metas de redução de emissões de gás carbônico para os países industrializados.

Entretanto, o documento não foi assinado pelos Estados Unidos, o país que exibe a maior taxa de emissões per capita.

Em 2001, o IPCC publicou um terceiro relatório em que destacava a influência da ação humana sobre o aquecimento global. A expectativa é de que a relutância política de governos nacionais em combater a mudança climática seja vencida pela comprovação dessa hipótese com um grau de certeza ainda maior neste novo relatório.

Fonte: Agência Amazônia de Notícias

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Ação Maçônica Internacional - AMI

Conselho Gestor internacional

quarta-feira, 11 de junho de 2008

MODUS VIVENDI


Diálogo revela "modus vivendi" da política brasileira para financiar partidos e corromper com dinheiro público

De: tribunaonline@... em nome de Jorge Bengochea

Enviada: segunda-feira, 9 de junho de 2008 11:31:02

O diálogo que abalou o Estado do Rio Grande do Sul - Fonte: Zero Hora Os cerca de 20 minutos de conversa entre o vice-governador Paulo Feijó e o chefe da Casa Civil, Cézar Busatto:

Paulo Feijó — Não é verdadeiro, não é verdadeiro isso aí.

Cézar Busatto — Eu não acredito nisso.

Feijó — No quê?

Busatto — Esse é o modus vivendi de... Do contrário, nós vamos partir para uma situação terrível.

Feijó — Não sei, não sei.

Busatto — (Inaudível) Abrir essa guerra... Tu tens elementos para abrir. Concorda que isso cria uma situação muito ruim?

Feijó — E aí? E por isso eu vou dar suporte a tudo isso?

Busatto — Não, não! Que possibilidade existiria de nós construirmos uma alternativa de entendimento? Não no entendimento no sentido... Sei que essa pergunta... tem tanta coisa pendente porque tem um passivo que não se resolve nunca mais, né? Mas eu pergunto: para evitar uma ruptura mais definitiva (inaudível)? Se houvesse essa possibilidade,que condições tu exigiria para isso?

Feijó — Eu já disse desde o início, não tenho condição nenhuma. Eu só quero, como vice-governador, poder participar das decisões de governo. Eu não quero cargo, não quero secretaria, então "Ah, eu demonstro que não tenho interesse". Eu não tenho interesse por cargo nem por nomeação nem por secretaria nem por nada. Eu só quero participar,poder participar, eu não quero que as coisas sejam feitas de acordo com o que eu defendo, não, mas eu gostaria, como vice-governador, de sentar numa mesa e discutir como a gente discute. Tomada a decisão em conjunto, é essa a decisão. Agora, eu quero entender o seguinte: porque encobrir o Detran? Se sabia, antes de eu entrar na política nós já sabíamos que existia esse esquema no Detran. Todo mundo sabia, era público. Por que não querer mudar? Desde 2003 eu sei que existe uma quadrilha no Banrisul. Por que não querer mudar?

Busatto — E por que quando (inaudível) segundo turno, como está sendo hoje com o Rigotto, (inaudível) conviveu com essas duas situações casualmente?

Feijó — Por quê? Porque quem era eu, Busatto? Por que não fui com o Rigotto? Quem era eu? Eu era um empresário médio do Rio Grande do Sul,presidente da Federasul. Eu vou bater de frente com o governador do Estado? Com um secretário de Estado? Que espaço eu tinha na mídia? Ou que respaldo eu tinha? Nenhum. Zero. Agora, hoje, eu me sinto responsável pelo governo que está aí. Eu fui eleito junto com a governadora, ela querendo ou não, ela gostando ou não. Eu ajudei a eleger ela. Ao menos um voto eu fiz para a chapa, eu trouxe recursos para a campanha, de amigos meus, de empresários que confiaram em nós,que confiaram no discurso da prosperidade, de menos imposto, de menos governo, de menos secretaria. Depois que nós passamos para o segundo turno, deixa o Feijó lá isolado e ele que se rale. Ninguém mais dê ouvido a ele. É essa a reciprocidade que eu tive. A única coisa que eu sugeri, eu não exigi, eu sugeri: "Olha, antes de nomear o presidente do banco eu gostaria de lhe apresentar...", ela não quis me ouvir! Ela não tinha interesse nisso, então cada um que faça as suas interpretações. Por que ela não tinha interesse em mexer no Detran? Agora, eu digo o seguinte... O Cairoli (José Paulo Dorneles Cairoli, presidente da Federasul), vamos pegar o Cairoli, se ele sabe alguma coisa do nosso governo, que poder ele tem para enfrentar a mime à governadora? Nenhum, como presidente da Federasul. Nenhum ou muito pouco, vamos dizer assim. Agora, como vice-governador, eu tenho a obrigação, e eu não vou ficar quieto enquanto não mudar ou não demonstrar que nós estamos aí para fazer o que tem que ser feito.

Busatto — (inaudível) Quanto a isso, eu tenho bastante convicção nisso. A governadora, eu acho que (inaudível). Mas eu sinto muito isso em Porto Alegre: um pequeno partido, mas que ganha uma eleição dessas,que precisa governar com maioria para poder viabilizar seu governo,que é um pouco o caso do DEM, que nunca governou o Estado...

Feijó — Sim, não tem base partidária na Assembléia.

Busatto — É. Acaba tendo que fazer concessões importantes. Os partidos aliados são os grandes partidos do Estado.

Feijó — E eu não tenho dúvida disso.

Busatto — Tu pegas tanto o Banrisul quanto o Detran, são alguns...

Feijó — Claro, são os dois maiores. Fora o PT.

Busatto — Tu concorda que (inaudível) o PMDB e o PP.

Feijó — Claro.

Busatto — Então, entre nós, podemos deixar isso claro. Eu não tenho dúvida de que o Detran é uma grande fonte de financiamento.

Feijó — Do PP?

Busatto — Não é verdade? E o Banrisul, com certeza, né, nesses quatro anos. Eu até acho que, de repente, a governadora pode até ter pensado nisso, mas eu te digo uma coisa: dois partidos (inaudível) do Estado,como é que isso? Isso ia ficar insustentável.

Feijó — Hmm, hmm.

Busatto — Então, assim, eu não creio que a governadora seja totalmente responsável por tudo isso, compreende? Quer dizer (inaudível).

Feijó — Sim, é melhor deixar assim, então?

Busatto — E outra coisa: o custo que teria ela ter que romper com Zé Otávio (José Otávio Germano, deputado federal e um dos principais dirigentes do PP gaúcho)... Pedro Simon (senador e ex-governador do PMDB)... (inaudível)

Feijó — Sim, para mim tá claro, ela rompeu comigo e se abraçou com o Simon na época lá, quando ela pediu que eu renunciasse.

Busatto — É, é... mas eu quero te dizer o seguinte: não sei se isso é só uma maldade dela, compreende? Ou...

Feijó — Agora eu te pergunto o seguinte...

Busatto — (inaudível)

Feijó — Busatto, agora eu te pergunto o seguinte...

Busatto — Se tivesse sentado naquela cadeira e, se não tiver 30 votos,mas 27 votos, 28 votos na Assembléia, eu não governo. Entende? É uma opção difícil.

Feijó — OK, politicamente eu concordo, agora, eu não posso ser conivente com isso. Não na questão política, mas com a questão de roubo, desvio. Não pode. E ela está sendo. Por questões políticas? Não sei. Ou por interesse financeiro? Não sei. Ou pelos dois?

Busatto — (inaudível) de se misturar, porque tu sabes, assim, que essa(inaudível). Muitos entraves.

Feijó — Eu sei.

Busatto — (inaudível) ...o foco que tem que ter esse assunto. E o PDT tem suas (inaudível).

Feijó — Ô, Busatto, eu tô num mundo que não é meu. E eu não me acostumo com isso.

Busatto — (inaudível) Tu essencialmente tá certo. Te digo assim:(inaudível) há coisas que tu não faria se não tivesse se inviabilizado. Chega uma hora que isso se torna insuportável(inaudível), isso começa a te (inaudível) tiver doente, doente no sentido de que vai ficar uma contradição (inaudível) a consciência e(inaudível). Tu tá essencialmente certo, essencialmente certo. Não quero nem entrar no mérito dela. Eu conheço e sei que (inaudível),embora a lógica da política, ela é cruel. E eu não sei se ela mudará tão cedo (inaudível) Ministério Público (inaudível). Não sei se é uma boa saída, aliás eu não sei se tem como sair agora disso. É muito difícil essa questão. Compreendo a tua disposição, mas eu acho assim,Paulo, não é uma posição só da Yeda, que tem seus problemas(inaudível). Todos os governadores só chegaram aqui com fonte de financiamento — hoje é o Detran, no passado foi o Daer. Quantos anos o Daer sustentou?

Feijó — Não sei.

Busatto — Na época das obras, (inaudível). Depois foi o Banrisul,depois...

Feijó — A CEEE.

Busatto — Depois a CEEE (inaudível). Se tu vai ver...

Feijó — (inaudível)

Busatto — E é onde os grandes partidos querem controlar. Não querem saber (inaudível). Onde têm as possibilidades de financiamento, pode ter certeza de que tem interesses bem poderosos aí controlando, e é por isso que... por isso que... Então, é uma coisa mais profunda que está em jogo, né? (inaudível) Eu não sei se têm lugares onde se superou isso — acho que sim, né? Países mais avançados, políticas mais maduras, norte da Europa (inaudível). Têm lugares em que a atividade pública é muito mal remunerada, né?

Feijó — Sim. Por idealismo.

Busatto — Por idealismo, por voluntariado, as pessoas não deixam de trabalhar. Tu é deputado mas tu não deixa de ser advogado, tu ganha atua vida como advogado. Tu dedica uma parte do teu tempo para a República, mas (inaudível). Mas aí, na Europa. Mas aqui nós estamos muito longe disso.

Feijó — Eu sei. Mas tá na hora de começar a mudar, né, Busatto? Mas qual é a tua proposição?

Busatto — (inaudível) Não tem nada concreto. (inaudível). Agora,talvez, nós pudéssemos encontrar um modus vivendi que permitisse tu não romper com as tuas convicções (inaudível). Para tu estar dizendo para ti mesmo, para a tua consciência. Qual é o preço disso? Eu não sei. De repente, o Fernando faz um gesto concreto para ti, não quero pensar alto porque isso não tá no horizonte, né? Mas eu acho que tem que haver alguma coisa concreta que pudesse permitir que... ou outra coisa, quem sabe? (inaudível) Acho que eu estaria disposto a tentar,sei que a governadora é muito complicada, mas, se não for assim, não agüenta esse sofrimento. Se tu não vai abrir mão das tuas convicções... Tu tem as informações. (inaudível) Ela vai pagar um preço alto por isso — talvez mais do que ela merecesse — se tu for ver(inaudível) no Rigotto, no Olívio, Britto... Cada um teve o seu jeito de financiar as coisas. Então assim, eu acho que (inaudível) no Rio Grande. É que na verdade o país inteiro vive esse problema. Então eu queria te consultar se tem um caminho que o governo... (inaudível). Eu gostaria de tentar. Não posso dizer assim: "Ah, pô, não deu certo."

Feijó — Eu sempre estive à disposição para contribuir. Agora, eu estou extremamente incomodado com tudo isso, não é nada do que eu esperava dessa atividade política. Tô aberto a ouvir qualquer proposição ou uma demonstração efetiva de que é para valer, não é para fazer de conta.

Busatto — Por exemplo, assim, uma coisa que me preocupa muito na...(inaudível).

Feijó — Sabe de uma coisa? Eu sempre defendi a federalização, e não a privatização.

Busatto — ...a nossa Caixa, agora. O Serra. Tá vendendo a nossa Caixa para o Banco do Brasil.

Feijó — Eu sei. Mas tu sabe que o Aod, agora, em março, abril, teve aqui falando comigo e veio me perguntar, disse: "Ah, Feijó, quer saber de uma coisa? Eu hoje, avaliando a situação do banco, é insustentável.É insustentável a médio prazo. Eu sou até favorável."

Busatto — (inaudível) ...porque, quando termina as consignações, que é o que sustenta. Tu sabes disso?

Feijó — É. Então ele disse: "Eu sou favorável. Tu apoiaria um projeto deles?" E eu digo: "Eu sempre apoiei, ô Aod". "Não, porque hoje eu estou convencido", ele disse, o Aod. Eu digo: "Eu só tenho uma coisa:eu e a governadora nos comprometemos a não fazer isso no nosso governo, então eu vou cumprir com o que eu defendi em campanha."

Busatto — (inaudível)

Feijó — Não é? Eu me lembro que nós fizemos lá no PSDB, lá no comitê,uma reunião com os diretores, gerentes de banco, e nos comprometemos com isso. Como é que agora nós vamos defender o contrário? E daí ele me disse: "Ah, nos impostos nós já fizemos o contrário." Eu disse:"Então (inaudível), tu levanta essa bandeira, porque eu não vou levantar." Agora eu concordo. Até (inaudível) que o banco vendeu uma participação na Serasa, agora neste ano, e que isso é que deu o resultado que o banco teve no ano, não é?

Busatto — Serasa no...

Feijó — É, Serasa. O Banrisul tinha uma participação no Serasa. Ele e outros bancos. Me parece que foi bastante expressivo o valor apurado no final do ano, e que isso é que alavancou o resultado do banco. Mas, ô Busatto, tu tem muito mais experiência e visão do que eu.(inaudível) estou aberto...

Busatto — Eu te confesso que eu estou(inaudível), é muito complexo de se fazer, mas eu gostaria de encontrar formas, então, de resolver, né — resolver, não é bem isso— , mas que pudesse te dar conforto e, ao mesmo tempo, criasse um modus vivendi, porque eu acho uma loucura o que nós estamos(inaudível), é sui generis, cria uma situação (inaudível) explosiva. Pode acabar dando uma puta crise.

Feijó — Agora, eu tenho uma convicção: se sair uma CPI do Banrisul,seria muito bom para a sociedade, não tenho dúvida disso. Politicamente não sei avaliar, agora, em termos de enxergar a realidade do banco e ver efetivamente se nós, Rio Grande do Sul,precisamos estar pagando esse custo para manter um banco. Afinal,Santa Catarina não tem banco, Paraná não tem banco, São Paulo não tem banco, o Rio, a Bahia, nenhum Estado representativo tem banco.

Busatto — É, eu acho que isso (inaudível). Não sei se uma CPI... Eu acho que o prazo é (inaudível).

Feijó — Mas eu tô aberto, tá, Busatto? Aguardo uma sinalização.

Busatto — Tá, vou pensar com muito carinho (inaudível). Hoje(inaudível) de tarde te ligou (inaudível) a questão da tua... o Sossella (inaudível) a tua convocação para a CPI.

Feijó — É, o Marquinho me ligou quando eu estava vindo da Fiergs.

Busatto — (Inaudível) deselegante (inaudível).

Feijó — Eu liguei para o Marquinho e pedi que ele fizesse aquela intervenção.

Busatto — Eu achei (inaudível) ...que te convoque, né?

Feijó — Inclusive o presidente da CPI, o Fabiano, quarta-feira, antes de eu viajar — porque naquela noite fui para o Uruguai de novo, eu to com um investimento lá em Punta del Este —, ele me ligou (inaudível)."Se tu vai me convencer que eu tenho algo a agregar, tu me faça um convite que eu vou lá." O Fabiano ficou de me ligar. Aí até me surpreendeu hoje a posição do Sossella.

Busatto — O Sossella (inaudível). Sossella, Paulo Azeredo (inaudível).Mas, então, vou pensar no que nós conversamos e voltamos a conversar, ok?

Feijó — Ok.

Busatto — Obrigado pela tua ajuda.

Feijó — Tô sempre aberto.

Nosso Comentário - Não é a toa que não há dinheiro para investir em segurança pública, educação e saúde. Não há verbas para pagar salários dignos aos servidores destas áreas vitais tão vitais para o ordem publica e direitos sociais. O tal "MODUS VIVENDI", que foi mencionado neste diálogo entre duas autoridades políticas, envergonha e faz do VOTO ZERO uma necessidade para mudar o comportamento político neste país. São poderes paralelos que usam e abusam dos recursos públicos visando o interesse pessoal e corporativo. Nos enoja o paralelo feito com o salário dos políticos de países mais avançados, como se eles estivessem errados e os nossos os joãozinhos do passo certo, mais aquinhoados de salários, privilégios e imunidades. Entristece, também, saber que há um assalto ao erário sob vistas dos instrumentos de coação e muitos mecanismos de controle que o Estado tem custeados pelo povo. Onde estão estes fiscais? Onde estão os líderes deste país? Onde estão os juizes do Tribunal de Contas? Onde está o judiciário?

Não deixe de visitar nosso site "Ordem & Liberdade" ( www.bengochea.com.br ) e o Blog VOTO ZERO, no tópico blogs do mesmo site anterior.

COMPRE SEU GOL NA ARGENTINA


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De: tribunaonline@... em nome de Ricardo SSobrinho

Enviada: segunda-feira, 19 de maio de 2008 17:53:28

--Anexo de Mensagem Encaminhado--

Date: Wed, 14 May 2008 11:23:34 -0300

From: crs2412@...

Subject: É BOM SABER...

Buenas.

Para os leitores aproveitarem bem o final de semana, estamos mandando alguns números da nossa vizinha Argentina. Fala-se muito sobre combustíveis, e por lá os números não mentem, confira:

Gasolina comum: (igual a nossa, mas s/ álcool) 1,99 pesos = R$ 1,00.

Gasolina Super: 2,30 pesos = R$ 1,15

Gasolina Fangio de alta octanagem: 2,89 pesos = R$ 1,45

Como é de conhecimento de todos que nossa gloriosa Petrobrás exporta para a Argentina gasolina a R$ 0,65 - podemos ver como estamos sendo ROUBADOS pelo governo Lula

O contrabando de gasolina na fronteira com o Rio Grande do Sul foi motivo de uma reportagem na RBS TV. (Deve ter sido encomendada) Nela um Professor de uma Universidade de Porto Alegre foi alertar para os 'perigos' de se abastecer os carros brasileiros com a gasolina da Argentina. Segundo ele, o motor pifa pra logo após o abastecimento. Só ficou faltando à explicação para os carros produzidos em larga escala aqui e exportados para lá. Será um modelo especial? Para mim o que pode acontecer é nossos carros se engasgarem ao entrar em contato com gasolina de verdade, pois estão acostumados com estas garapas mixurucas que nos vendem aqui a R$ 2,89.

No setor veículos não é diferente: Veículos NOVOS.

Gol 3 portas Power: 27.600 pesos (R$ 14.800,00)

Ford F250: 108.500 pesos (R$ 54.300,00)

Vectra CD: 82.600 pesos (R$ 41.300,00)

Ford Eco Export DIESEL 4X4: por R$ 35..000,00

Nissan Frontier 4x4 em uma agência em Oberá, 22.000 dólares ou R$ 44.000,00

E por aí vão as diferenças, ressaltando que praticamente todos os carros de todas as marcas, tem a opção de virem com motor diesel.

Eu estava esquecendo. As estradas pedagiadas, com terceira trocha (terceira pista), mantidas em muito boas condições, custa para 300 kilometros 3,40 pesos = R$ 1,70 . Para nós gaúchos para percorrer a mesma distância o preço é de R$ 28,00. (é ou não é um absurdo?) - Existe uma explicação lógica para uma diferença tão brutal? - Claro que existem e muitas: Cartões corporativos, Senadores a 600 mil por mês, Deputados a 200 mil por mês. (cada presidiário custa mais de 2 mil reais/mês, com direito a segurança, a se relacionar com mulheres, três refeições diárias e celulares p/se comunicar com os 'seus amigos' e o resto vocês conhece). Tem de sair dinheiro de algum lugar para manter tudo isso.

Somos uns 'trouxas'? (*)

(*) trouxas, não!

Somos covardes, pusilânimes, pois se o povo fosse unido e tivesse dignidade este país já teria mudado há muito tempo! Em outubro eles estarão pedindo seu voto de novo, e você, a exemplo dos paulistas que reelegeram Maluf, Palocci, Genoíno, João Paulo Cunha e muitos outros, dará o seu voto pra um deles também! E a cada nova eleição vão se renovando os cafajestes através do povo idiota.

– Já passou da hora de acordar!!!

Se achar legal, repasse para seus contatos, pode ser que um dia possamos dizer que alguma coisa mudou!

--

'Ao repassar esta mensagem, coloque em CCo e não se esqueça de apagar o meu endereço de email e todos que nela constar. - O que tenho recebido de 'VIRUS', é uma grandeza'!!!

QUEBRA ESSE GALHO'!

A GRANDE FARSA


A Grande Farsa.

De: tribunaonline@... em nome de marcos ferreira pinto basto

Enviada: segunda-feira, 9 de junho de 2008 2:02:35

Para: TRIBUNA ON LINE

Todos sabem que o governo não funciona, os parlamentares defendem seus interesses pessoais, a saúde pública é uma vergonha nacional. não existe segurança pública apesar de tantas polícias que só investigam e guardam aquilo que é de interesse dos governantes de plantão.

A grande maioria da população mais instruída sabe que FHC dilapidou o erário público, vendendo empresas estatais valiosas por preços aviltantes, como o caso da Vale do Rio Doce, cometendo grave crime de lesa-Pátria, mas mesmo assim, poucos se atrevem a condená-lo e ninguém o taxou de TRAIDOR da PÁTRIA, falta grave pela qual já deveria ter sido preso e condenado a prisão perpétua.

A grande maioria de todos nós, acreditou que Lula iria consertar grande parte dos desmandos feitos por seus antecessores, mas deixou tudo na mesma ou fez pior como o abandono da Reforma Agrária. Prometeu tanto e não cumpriu, insistindo nos mesmos erros do traidor que o antecedeu!

Estamos mal e necessitamos de fazer despertar patriotismo com muito nacionalismo em toda a população brasileira, exortando-a em promover profunda Reforma Político-Administrativa que coloque a Nação no rumo da democracia com desenvolvimento do bem estar social de todos os seus cidadãos.

Uma Reforma Política que acabe de uma vez por todas com a politicalha imunda que numerosos políticos profissionais ainda teimam em continuar, responsabilizando-os pelos danos causados, condenando-os e aplicando-lhes duras penas que se sirvam de exemplo a pretensos aventureiros.

Enfim, acordar todos que hibernam em ingênua credulidade, mesmo velhaca porque temos de nos conscientizar da necessidade de garantir nossa segurança e conquistar a independência da Pátria!

--

Marcos Pinto Basto

Tel. 013 3467 4204