LEGISLAÇÃO MUNICIPAL

LEI Nº 2325 DE 12 DE ABRIL DE 2010.

DISPÕE SOBRE A PARTICIPAÇÃO DA SOCIEDADE CIVIL NA ELABORAÇÃO DO ORÇAMENTO DO MUNICÍPIO DE MARICÁ.

O POVO DO MUNICÍPIO DE MARICÁ, por seus representantes na Câmara Municipal, aprovou e o Prefeito Municipal, em seu nome, sanciona a seguinte Lei:

Art. 1º A sociedade civil participará da elaboração do Orçamento do Município de Maricá, por meio de audiências públicas regionais, onde serão discutidas as propostas orçamentárias.

Art. 2º A participação da sociedade civil no orçamento do Município ocorrerá com a realização de audiências públicas regionais, em número e locais segundo a abrangência e o interesse de cada tema, anunciadas amplamente por veículos de comunicação local.

Art. 3º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.

GABINETE DO PREFEITO DO MUNICÍPIO DE MARICÁ, Estado do Rio de Janeiro, RJ, 12 de abril de 2010.

WASHINGTON LUIZ CARDOSO SIQUEIRA (QUAQUÁ)

PREFEITO DO MUNICÍPIO DE MARICÁ

quarta-feira, 29 de abril de 2009

IBAMA MULTA ALUNORTE


Ibama multa Alunorte por vazamento de rejeitos em córrego de Barcarena -

Belém (29/04/09) - Na última terça-feira, dia 28, a fiscalização do Ibama autuou a Alunorte pelo vazamento na bacia de rejeitos da empresa, no município de Barcarena, localizada na região metropolitana de Belém. A multa lavrada foi de R$ 5 milhões pelo vazamento que atingiu os córregos da região, mais R$ 50 mil por dia até que a empresa solucione o problema.

De acordo com o Superintendente do Ibama no Pará, Aníbal Picanço, a Alunorte ainda terá que pagar multa de R$ 100 mil por ter dificultado a ação de fiscalização, que foi iniciada no último dia 27, segunda-feira, quando o órgão recebeu a denúncia de que haveria o vazamento. "Ao chegar na portaria da empresa, os funcionários impediram a entrada dos fiscais durante 45 minutos, tempo suficiente para que o dia escurecesse e a vistoria no local fosse impossibilitada. Questionados sobre o problema, os diretores da empresa negaram qualquer tipo de vazamento", afirma Picanço.

Na manhã do dia seguinte, 28, com o retorno da fiscalização à área, os diretores continuaram a negar qualquer problema de transbordo de alguma bacia, o que tornaria, segundo eles, desnecessária a vistoria no local. Porém, mesmo com a dificuldade imposta pela Alunorte, a equipe do Ibama percorreu toda a área de bacias da empresa, e constatou o vazamento na bacia de rejeitos que transborda para a floresta ao redor e, consequentemente, às nascentes da região.

Preliminarmente, verifica-se que o problema do vazamento se deve ao alteamento insuficiente da bacia de rejeitos para que pudesse suportar a produção da empresa e a pluviosidade da região. E com esse acidente ambiental, os moradores estão sendo afetados. "A comunidade local mostrou à nossa equipe os problemas de pele que a água atingida pelos rejeitos está causando às suas crianças, que brincam na área ou a utilizam para o banho, além disso, alguns peixes foram encontrados mortos nos rios", conta Picanço.

Depois da constatação do crime ambiental, o Ibama solicitou a visita técnica do Instituto de Perícias Científicas Renato Chaves, para verificar o grau de contaminação da água atingida pelos rejeitos da bacia, que é conhecido como "lama vermelha". Essa lama é oriunda do beneficiamento da bauxita, processo em que há separação do alumínio dos outros componentes. O principal insumo utilizado nesse processo é a soda cáustica, cuja principal característica é a alcalinidade, que faz com que a lama seja corrosiva e tóxica. Após o diagnóstico do Renato Chaves, o Ibama poderá lavrar novos autos à Alunorte.
29/04/2009

Local: Brasília - DF
Fonte: Ibama - Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis
Link: www.ibama.gov.br
http://www.amazonia.org.br/noticias/

VERMELHO-E-AZUL COM UM TEXTO ABSURDO DO MINISTRO AYRES BRITTO

Carlos Ayres Britto, ministro do STF e atualmente na presidência do TSE — cargo que será ocupado pelo seu amigo Joaquim Barbosa no ano que vem —, escreveu na Folha deste domingo um artigo defendendo a excrescência posta em voga pelo tribunal eleitoral: dar posse a quem foi derrotado nas eleições. O texto assusta. É pedestre. E direi por que no vermelho-e-azul (NEGRITO E SIMPLES) que segue:

O TRIBUNAL Superior Eleitoral confirmou, nos dois últimos julgamentos de governador estadual, a tese que adotou nos processos dos ex-governadores Flamarion Portela (RR) e Mão Santa (PI).

Tese que se traduz no seguinte: anulados os votos do candidato que, no segundo turno, obteve o primeiro lugar para a chefia do Poder Executivo, nem por isso é de se concluir pela automática nulidade da eleição como um todo. É como dizer: nem sempre se varre do mapa jurídico o pleito por inteiro se os votos do primeiro colocado no segundo turno vêm a ser anulados por motivo de ofensa à ordem jurídica.

Daqui se deduz que eleição popular é uma coisa e, outra, votação de cada candidato. Dando-se que o desfazimento judicial de uma determinada votação não implica, fatalmente, o desfazimento de toda a eleição. Vai-se um anel e os dedos podem ficar.

Tão ilustre tese jurídica não poderia mesmo encontrar melhor desfecho do que o clichê a que chega Ayres Britto, essa conversa mole de dedos e anéis. Isso é para quem se conforma com pouco, com acochambração: “Se não podemos ter o melhor, vamos ficar com o mais ou menos. Bom seria ter dedos com anéis, mas, se não der, ficamos com uma mão pobrinha mesmo... Não ter dedos seria bem pior...” A que ponto chegou a Suprema Corte no Brasil! SE A CONSTITUIÇÃO DIZ QUE OS DEDOS DEVEM TER ANÉIS, NÃO SERÁ O SENHOR AYRES BRITTO A DIZER QUE OS ANÉIS SÃO DISPENSÁVEIS. E o anel em questão determina que será prefeito, governador ou presidente da República quem vencer o pleito. Qualquer solução que não seja o governo do vitorioso, sob que pretexto for, corresponde a uma fraude da vontade popular.

Ademais, senhor Ayres Britto, quem disse que os derrotados aos quais Vossa Excelência está dando posse também não ofenderam a ordem jurídica? OU SÓ OS VITORIOSOS OFENDEM A ORDEM JURÍDICA? Será esse juízo de Ayres Britto tão sábio a ponto de começar a ser mais seguro perder a eleição do que ganhá-la? Mas sigamos com o homem.

É que a anulação dos votos de quem foi judicialmente afastado do páreo não deve contaminar, em princípio, a computação dos votos de quem os obteve sem mácula jurídica. É a consagração da máxima universal do "utile per inutile non vitiatur", a significar, no caso, que a parte sadia da disputa eleitoral fica a salvo de contágio pela porção doente.

Errado! Acertou NO latim, mas errou DE latim. O fato de a parte saudável não ser contaminada pela parte doente não confere ao TSE o direito de chutar a Constituição e dar posse a quem não foi eleito pela maioria.

Pois bem, para afastar essa contaminação da parte sadia do pleito, a fórmula jurídica é a do aproveitamento democrático do rescaldo da eleição. Aproveitamento do que sobrou como válido. Noutros termos, com o banimento do primeiro colocado no segundo turno, retorna-se ao quadro eleitoral de colocações do primeiro turno para ver se, nele, o candidato remanescente do segundo turno recebeu mais da metade dos votos válidos. Caso haja recebido, será proclamado eleito.

Trata-se de uma argumentação escandalosa. Assusta que venha de um membro da mais alta corte do país.

Britto cassa os votos de pelo menos 50% mais um do eleitorado (votos válidos) e depois vai buscar a maioria naquela minoria que sobrou. E acredita que, desse modo, o princípio constitucional está sendo respeitado. Com a devida vênia, ministro, isso é trapaça intelectual e lógica fraudulenta.

Britto deve estar andando muito em companhia de Joaquim Barbosa Pelo visto, aquele está dando lições de direito a este. Espero que não comece também a lhe dar aulas de comportamento e boas maneiras.

Ora, esse retorno à situação do primeiro turno, para ungir o candidato ali majoritariamente sufragado, não deixa de ser uma solução democrática.

Não existe candidato “majoritariamente sufragado” no primeiro turno se ele não consegue 50% mais um dos votos válidos. A exceção são as cidades com menos de 200 mil eleitores. Isso é uma jabuticaba de Britto. Tanto é assim que os oponentes recomeçam do zero no segundo turno, ainda que um deles tenha obtido 50% exatos dos votos válidos. Se faltar “um” voto, volta à estaca zero na etapa seguinte. Mas Britto ainda não tinha tocado as raias do absurdo. Querem ver?

Uma solução democrática em menor extensão, é verdade, mas conciliada com o princípio igualmente constitucional da legitimidade ética.

FRAUDE INTELECTUAL DAS GROSSAS!

O que quer dizer “solução democrática em menor extensão”? O que isso significa em matéria constitucional? Britto está confessando que o TSE está desmoralizando a Carta. "Solução democrática de menor extensão” é como estar “só um pouco grávida, mas não muito”. Esse texto, a despeito da aparente candura de Britto, é um acinte à ordem jurídica. De resto, o que quer dizer “legitimidade ética”? É ético entregar o poder a quem não foi eleito para exercê-lo?

Até aqui, o texto de Britto já fraudou a matemática ao torcer as palavras para chamar “minoria” de “maioria” e já fraudou o bom senso ao ficar legislando sobre "extensões democráticas".

E, se digo "em menor extensão", é porque, agora, o que se tem é um conceito restrito de votos válidos; quero dizer: nessa viagem de volta para o primeiro turno, deixam de ser computados como válidos os votos anulados no segundo turno. Por isso que se cuida de votos remanescentemente válidos, pois o certo é que a Constituição manda excluir da categoria dos votos válidos aqueles "em branco e os nulos" (parte final do parágrafo 2º do artigo 77, combinado com o artigo 2º, cabeça, da lei nº 9.504/97).

Santo Deus!

É A TERCEIRA FRAUDE DO TEXTO, ESTA, TALVEZ, A MAIS ESCANDALOSA!

- O ELEITOR QUE VOTOU EM BRANCO QUIS VOTAR EM BRANCO.
- O ELEITOR QUE ANULOU O VOTO QUIS ANULAR O VOTO.
- A ESMAGADORA MAIORIA DOS ELEITORES DE CÁSSIO CUNHA LIMA OU DE JACKSON LAGO, por exemplo, QUERIA ERA VOTAR EM CÁSSIO CUNHA LIMA E EM JACSKON LAGO. QUEM DECLAROU NULOS OS SEUS VOTOS FOI O TSE.


Portanto, trata-se de uma barbaridade, de uma trapaça argumentativa, somar esses votos que foram anulados PELO TRIBUNAL àqueles que foram anulados PELO ELEITOR.

É de se perguntar: e se tal candidato remanescente do segundo turno deixou de obter mais da metade dos votos apurados no primeiro turno? Bem, se o caso for esse, aí, sim, é de se instaurar uma nova disputa eleitoral.
Com base em qual princípio constitucional, meu senhor?


Ninguém vai ocupar o lugar do candidato cassado no segundo turno sem ter sido destinatário da maioria dos votos válidos no primeiro turno. O contrário importaria a contrafação democrática de proclamar eleito quem foi rejeitado pelas urnas em duas sucessivas oportunidades: no primeiro e no segundo turno.

ERRADO DE NOVO!

O primeiro turno, sem os 50% mais um dos votos válidos (a regra diferenciada existe apenas para as cidades com menos de 200 mil eleitores) não elege ninguém. ESSA MAIORIA, QUE MAIORIA NÃO É, SÓ SERVE PARA ELEGER ALGUÉM SEGUNDO ESSE CRITÉRIO PERTURBADO E OBVIAMENTE INCONSTITUCIONAL DO TSE. Sem aqueles 50% mais um, a eleição se dá no segundo turno. E o sr. Britto está se agarrando ao seu equívoco para tentar legitimar a posse de quem ele próprio admite ter sido "rejeitado pelas urnas".

De se ver, portanto, que os dois turnos de votação não se apartam de todo. Isso pela decisiva razão de que o próprio segundo turno não é uma eleição estalando de nova. É apenas o momento posterior de um pleito que se mantém sem inovações quanto ao universo dos eleitores, o registro das candidaturas e os nomes dos dois candidatos mais bem postados no primeiro turno. Primeiro turno, vimos, sempre disponível para operar como solução final da frustração do segundo. Coisas do Direito.

Coisas do Direito uma ova!

Coisas de operadores capengas do direito!
E não me venha dizer, ministro Britto, que o direito tem a sua própria lógica, que se aparta do que está estabelecido na Constituição. Porque isso faria da Constituição algo apartado do direito. Fui claro, ou o senhor quer que eu desenhe?


Enfim, o que se tem na jurisprudência do TSE é a preservação da convivência possível entre o princípio da majoritariedade democrática e o da legitimidade ética. Fórmula jurídica particularmente estimulante para quem, classificado em segundo lugar na eleição, tem a possibilidade de ascender ao primeiro sem a via-crúcis de uma nova competição eleitoral. De um penoso começar tudo de novo.

O que Britto chama de “via crucis” é nada menos do que o cumprimento da Constituição. E “legitimidade ética” é só uma variante cheia de glacê do direito achado na rua. "Legitimidade ética" é só a prima mais comportada do direito que roda a bolsa na esquina. Aliás, Cézar Britto, presidente do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil, deveria era dar um puxão de orelhas não no seu tio — que tio a gente respeita —, mas no presidente do TSE. Diga pro presidente do TSE, doutor Cézar, que há juiz que acha “legitimamente ético”, por exemplo, invadir escritório de advogado. E que o senhor é contra isso, né? “Legitimidade ética” costuma ser o que a gente acha “legítimo”. Ademais, só se fala nessa tal “legitimidade ética” quando a Constituição está sendo desrespeitada.

Já do ângulo de quem foi judicialmente cassado, é fórmula que o penaliza por modo exemplar. Inicialmente, pelo seu rebaixamento de primeiro lugar para o rés do chão.

Aqui é Britto fazendo má poesia. Ele já teve aquele seu famoso voto sobre Raposa Serra do Sol para se derramar em metáforas de quinto escalão. Sugiro que ele continue, nesse particular, no universo das citações. De lavra própria, diria que lhe falta “legitimidade poética”.

Para o nada jurídico. Depois, pelo desdouro de ver o seu principal opositor (justamente ele) a lhe tomar o posto de primeiro colocado na eleição. Modelo melhor é matéria que fica no aguardo do Poder Legislativo Federal.

Ah, entendi: o sabor da vingança do derrotado seria também uma lição exemplar ao vitorioso cassado. Assim se está operando o direito no Brasil, na mais alta corte do país: segundo a lógica da vingança, da desforra.

“Então diga o que é o certo, Reinaldo”. É o que está na Constituição para presidentes da República. Em caso de impedimento de titular e vice nos dois primeiros anos de mandato, faz-se nova eleição. Em caso de impedimento nos dois anos finais, o Congresso elegerá o presidente — em estados e municípios, seriam as Assembléias e as Câmaras. O que não é possível é dar posse a quem foi derrotado. O que não é possível é cassar metade mais um dos votos válidos e depois buscar a maioria na minoria que restou. É uma estupidez e uma fraude intelectual e moral.

À diferença do que sugere o ministro Brito, a lei é feita para vingar ninguém. Uma coisa é o TSE exigir rigor dos candidatos. Outra, diferente, é querer substituir os eleitores. Ademais, se a Justiça eleitoral só age quando provocada, os vitoriosos, doravante, devem entrar com ações na Justiça contra os derrotados. Será uma ação preventiva. Assim, as eleições passariam a ter três turnos: o terceiro seria aquele disputado num colégio eleitoral com sete pessoas: o TSE. Na presidência do TSE no ano que vem, Joaquim Barbosa talvez até goste disso. Ele não precisaria mais ouvir as ruas porque ele seria as ruas. Um Joaquim que valeria por milhões.

O texto de Britto envergonha a ordem jurídica brasileira e é das coisas mais graves escritas nos últimos tempos nessa área. Porque ele não é apenas uma consideração sobre eleições. Ele se compõe como uma espécie de norte conceitual para o direito.

O que Britto está dizendo é que, em certas circunstâncias, podemos mandar a Constituição às favas e, em nome da "legitimidade ética", optar por soluções de “menor extensão” democrática. E, para fazê-lo, ele não hesita em empregar argumentos que se constituem em verdadeiros monumentos da trapaça lógica, conceitual e constitucional.

Com esse artigo, Britto envergonha o TSE, o Supremo e o direito. Que seja combatido a tempo pelos constitucionalistas, ou, em breve, juízes e ministros decidirão que o que entedem por "legitimidade ética" substitui plenamente a Constituição e as leis.

Por Reinaldo Azevedo
http://veja.abril.com.br/blogs/reinaldo/2009/04/vermelho-e-azul-com-um-texto-absurdo-do.html
Segunda-feira, Abril 27, 2009

terça-feira, 21 de abril de 2009

NIBIRU - EVIDÊNCIAS ASTRONÔMICAS - ANNUNAKIS


NIBIRU

Evidências Astronômicas

A prova definitiva da veracidade da tradição suméria seria o reconhecimento científico de um décimo planeta (ou 12º astro) no sistema solar, ou seja, a “descoberta” de Nibiru com tamanho, órbita e outras características descritas nos registros da Mesopotâmia.

Plutão foi descoberto em 1930 e Caronte, sua lua, em 1978. A análise de Plutão mostra que determinadas peculiaridades da órbita deste planeta e também das órbitas de Urano e Netuno somente podem ser explicadas pela existência de um planeta desconhecido que deve ser bem maior que Plutão e mesmo a Terra.

Entre 1983 e 1984, o IRAS - Infrared Astronomical Satellite - registrou informações relacionadas a um décimo planeta. Em 1992 novas descobertas foram publicadas na imprensa norte-americana sobre “…mais um planeta em nosso sistema solar, denominado intruder”. Os cientistas iniciaram, então, a confrontar dados da astronomia clássica com traduções de Zecharia Sitchin, especialmente com a tradução de ‘Enuma Elish’, “…que narra a história da formação deste sistema solar”! São dados antiguíssimos que falam “…do planeta Tiamat, do tamanho de Urano, cuja órbita passa entre Marte e Júpiter”.

“O grande planeta Nibiru foi capturado pela força gravitacional do sistema solar e sua entrada no conjunto causou anomalias nas luas dos outros planetas. Nibiru colidiu com Tiamat e enormes fragmentos entraram na órbita da Terra. Um desses fragmentos veio a ser a nossa Lua”.

O interesse de antigos e contemporâneos por Nibiru ocorre de uma questão bem prática. Os relatos arqueológicos são claros: a passagem deste planeta a cada 3600 anos nas proximidades da Terra produz efeitos sensíveis na realidade ambiental; catástrofes são desencadeadas. A passagem de Nibiru é, possivelmente, a causa da mudança nos pólos da Terra, dos regimes das marés, dos padrões climáticos, dos desvios da órbita e choque com asteróides que são arrastados pelo “intruso”. Hoje, especula-se, que Nibiru pode ter provocado a extinção da vida em Marte, o fim dos dinossauros e o dilúvio bíblico.

Evidências Tecnológicas

Há muito tempo escavações arqueológicas têm trazido à luz artefatos, ferramentas, máquinas e registros que, por suas sofisticações, surpreendem estudiosos e cientistas. São objetos inexplicáveis para a ciência histórica e acadêmica a exemplo de: No deserto do Iraque foram encontradas baterias de argila com eletrodos datadas em 2 mil e 500 anos antes de Cristo; em uma pirâmide funerária, havia um modelo de aeroplano perfeitamente funcional.

Mais recentemente, a redescobeta de ouro monatômico em sítios arqueológicos do Oriente Médio veio reforçar a crença em civilizações do passado altamente sofisticadas. As substâncias monatômicas são supercondutoras de energia em temperatura ambiente e possuem propriedades anti-gravitacionais. Somente nos últimos anos o ouro monatômico tem sido investigado pela física. Arqueologicamente, entretanto, o ouro monatômico mesopotâmico é conhecido desde 1889, quando sir Flinders Petrie demonstrou que o material foi produzido há 3 mil anos atrás.

Evidências Documentais

O registro histórico documentado sobre a existência e as realizações dos Anunnaki começaram a aparecer nos primeiros anos do século 19. Diversas escavações arqueológicas na Mesopotânia (atual Iraque) acabaram revelando que “a aproximadamente 6 mil anos atrás houve uma avançada civilização na Suméria”! Centenas de placas de argila contendo informações relacionadas não somente com às questões do cotidiano, a exemplo do comércio, casamentos, ações militares, sistema de cálculos astronômicos, etc., mas também placas com escrita cuneiformes falando dos Anunnaki!

Fica evidente que os sumérios sabiam perfeitamente que aqueles aliens eram criaturas vivas, de “carne e osso”. A Biblioteca de Assurbanipal, apesar de ter sofrido um incêndio, não perdeu nada de seus documentos feitos de argila, resistente ao fogo. Assim, foram preservadas 400 placas cuneiformes que contém a história de tempos muito antigo; uma espécie de “cápsula do tempo” feita de barro cozido. São estes documentos que contam a saga dos Anunnaki.

Evidências Genéticas

Os registros sumérios localizam o “…laboratório, onde os Anunnaki criaram o homo-sapiens na região leste da África Central”. Coincidentemente é a mesma área onde foi encontrado o mais antigo DNA mitocondrial - do fóssil que ficou conhecido como Lucy - e, ruínas de minas de ouro com mais de 100 mil anos. Parte desses documentos descrevem, ainda, avanços da engenharia genética! Vale registrar que o rápido progresso da espécie humana sapiens é notavelmente anômalo face aos milhões de anos que foram necessários para consolidar os membros mais antigos do nicho dos homo-erectus.

Alguns dados “científicos” vazados para a imprensa

1. Nibiru é um de muitos planetas que orbitam uma Estrela Escura (Dark Star) ou Anã Marrom (Brown Dwarf). Esta Estrela Escura tem ao todo sete planetas: cinco pequenos, Homeworld (o sexto planeta, do tamanho e similar à Terra) e Nibiru, o sétimo planeta - embora haja dúvidas se seja realmente um planeta.

2. Quando a Estrela Escura fica no periélio (posição mais próxima do nosso Sol), entre 60 e 70 AU (AU = Astronomical Unit - unidade astronômica igual à distância média entre a Terra e o Sol. aproximadamente 150 milhões de quilômetros, ou 500 segundos-luz / 8 minutos-luz), a órbita de Nibiru, que fica a 60 AU da Estrela Escura, possui uma órbita suficientemente alongada para atravessar nosso sistema solar, geralmente nas proximidades da órbita de Júpiter, apesar dessa órbita poder variar.

3. A inclinação orbital de Nibiru é cerca de 30 graus em relação ao nosso plano solar ou da eclíptica. Quando Nibiru atravessa nosso sistema solar em movimento retrógrado (sentido oposto em relação aos demais planetas) gera gigantescas e generalizadas perturbações electromagnéticas que afeta os corpos celestes próximos.

4. Quando Nibiru aproxima-se do nosso sistema solar interior, ele acelera rapidamente por debaixo da eclíptica, passando atrás e por baixo do Sol antes que ele passe para cima da eclíptica num ângulo de 33 graus.

5. Do polo sul ou extremo sul da Austrália, Chile ou Argentina, Nibiru será visto pelas pessoas - a partir de 15 de maio de 2009 -
como uma estrela vermelha brilhante do tamanho aproximado da nossa Lua. Ele estará se movendo de baixo - a partir da órbita da terra - para cima.

6. A partir de junho de 2011, todos na terra poderão ver Nibiru a olho nú.

7. Em 7 de setembro de 2012, dia em que Nibiru estará mais próximo da terra: somente a 1,4636 UA (219,6 milhões de quilômetros - 731,8 segundos-luz / 12,20 minutos-luz).

8. Em 21 de dezembro de 2012, Nibiru estará a 2,7950 UA (419,3 milhões de quilômetros - 1.397,5 segundos-luz / 23,292 minutos-luz) da terra. Esta não é uma data crítica para o planeta terra.

9. Em 27 de abril de 2013, entre as 6 horas da manhã até às 11 horas da noite, Nibiru estará a apenas 1,5720 UA (235,8 milhões de quilômetros - 786 segundos-luz / 13,1 minutos-luz) da terra, se afastando continuamente dessa parte da galáxia até regressar novamente em aproximadamente 5614.

Informações que se enlaçam?

1. “Astrônomos reputados acreditam na existência de um planeta desconhecido - um planeta X - em algum lugar além da órbita de plutão pois afirmam que é a única forma de esclarecer as anomalias detectadas nas órbitas de Netuno e Urano…” New York Times, em 19 de junho de 1982.

2. Em 1982 a NASA reconheceu publicamente a possibilidade de existir um planeta extra solar. Um ano depois, “…numa espécie de frenética corrida espacial”, a NASA lança o IRAS - Infrared Astronomical Satellite.- projeto patrocinado pelos Estados Unidos, Inglaterra e Holanda. Este sofisticado satélite, lançado com o mínimo de informações sobre seus objetivos, acabou ”localizando um enorme corpo celeste”, como foi divulgado em 1983 pelo jornal Washington Post, em entrevista à Gerry Neugebauer, cientista chefe do JPL-IRAS (Jet Propulsion Laboratory), que afirmou: “Um corpo celeste provavelmente tão grande como Júpiter e tão próximo da Terra, podendo inclusive ser parte do nosso sistema solar, foi encontrado próximo à constelação de Orion. Tudo o que posso dizer é que não sabemos o que é isso”.

3. No inicio de 1984 a NASA anuncia a construção de um potente telescópio no Polo Sul: SPT - South Pole Telescope - no inicio de 2006 Nibiru iniciou a ser observado e estudado a partir deste telescópio.

4. Em março de 2007 a Noruega e a ONU firmam parceria para construção de uma “Caixa Forte Internacional de Sementes” com o declarado objetivo de “salvar a agricultura mundial no caso de catástrofes futuras…”

5. Três exemplos de informações divulgadas pela imprensa que estão gerando outras interpretações, “…como se parte das lideranças mundiais desejasse convencer a sociedade humana sobre a existência de vida for a da Terra”: Vaticano admite que pode haver vida fora da terra; astronautas da missão Endeovour estão convencidos de que há vida extraterrestre; Inglaterra abre arquivo secreto sobre OVNIS, etc.

Observando o Planeta X

A partir de maio de 2009, quem observar cuidadosamente o nascer ou pôr do Sol no extremo sul do nosso planeta (Polo Sul, Austrália, Argentina ou Chile) poderá ver um “pequeno sol vermelho, ao lado do nosso já conhecido Sol. Este é o Planeta X ou Nibiru como muitos hoje o denominam.

Algumas especulações divulgadas na web

1. Os Annunaki, “os Gigantes ou Deuses de Antigamente”,
habitam Homeworld. Nibiru é na maior parte inabitável.

2. Nibiru e/ou suas luas foram responsáveis pela destruição de Maldek, que agora é o Cinturão de Asteróides (localizado entre as órbitas de Marte e Júpiter). Ele também causou as crateras e cicatrizes superficiais na nossa Lua e nos planetas do nosso sistema solar, assim como as inclinações axiais variáveis dos planetas em suas órbitas.

3. Nibiru pode ter causado o afundamento de Lamuria, Atlântida e o Dilúvio de Noé.

4. Membros da NASA, Pentágono, Departamento de Defesa americana, Serviços de Inteligência Militar internos, SETI (Search for Extra-Terrestrial Inteligence) e CIA especulam que 2/3 da população do planeta podem morrer durante cataclismas planetários que culminará com a inversão dos pólos; causados pela passagem de Nibiru.

5. Essas mesmas agências governamentais e públicas também estimam que outros 2/3 dos sobreviventes poderão morrer de fome, sede, frio e outros agentes climáticos, nos 6 meses após a passagem de Nibiru.

6. Diversos governos já conhecem a gravidade dos acontecimentos que se aproximam e estão se preparando para salvar o que for possível. Eles sabem que não poderão salvar a todos - tentarão salvar àqueles que forem mais necessários para sobrevivência da espécie humana e, talvez de outros animais.

Eles têm planos, você têm algum?

7. O volume de informações que estão “vazando” por membros de agências governamentais e públicas que estão a par dessa delicada questão está rompendo a barragem e liberando essas informações para a sociedade humana. Mas até que ponto o “vazamento” dessa informações é bom? Em parte, acreditamos, que isso é negativo pois além de alimentar boatos e especulações pode gerar pânicos coletivos que, se ampliados, pode até inviabilizar ou tornar bem mais difíceis ações públicas que estão sendo feitas para tentar salvar pelo menos parte de nós e de nossa cultura.

* Jason Martel, escritor e ufologista.

Fontes

1. Solarion, Robertino - A Brief History Of Planet X Nibiru, 2003

2. Martell, Jason - Giants Upon the Earth
Postado por A Luz às 15:44

quarta-feira, 15 de abril de 2009

ANATEL - VELOCIDADE DA INTERNET


Anatel quer tornar pública qualidade de conexões

SÃO PAULO, 14 de abril de 2009 - A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) trabalha com o Comitê Gestor de Internet e a Rede Nacional de Pesquisas (RNP) para tornar pública uma medição onde o usuário saiba qual a verdadeira velocidade de conexão à Web de cada operadora e sua constância.

Essa será uma das estratégias da agência para tentar coibir os problemas de qualidade que os assinantes de banda larga do país têm enfrentado, já que ela só tem ingerência sobre o acesso, e não sobre os serviços de Internet em si, que não estão sujeitos à regulamentação.

"Não será uma percepção, e sim uma medição efetiva da velocidade a cada momento", explicou Plínio de Aguiar Júnior, conselheiro da Anatel. Ainda não há prazo, entretanto, para que a medição comece a ser feita.

Para o conselheiro, parte dos problemas que as empresas estão enfrentando pode estar ligada à terceirização dos serviços de operação e manutenção da rede.

"Eu vejo que grande parte das operadoras está terceirizando completamente a infraestrutura. Isso é um risco", afirmou, em seminário sobre banda larga nesta terça-feira. Segundo ele, "quanto mais longe do investidor, maior o risco."

Em relação ao caso específico da Telefônica, que na semana passada admitiu problemas com o serviço Speedy no Estado de São Paulo, Aguiar afirmou: "na minha avaliação, ela (Telefônica) não tem o domínio técnico-operacional suficiente para controlar o sistema", disse ele a jornalistas.

Segundo Aguiar, "a qualidade da rede é definida no investimento. Ao investir pouco, a qualidade cai", afirmou.

A agência já informou na sexta-feira ter iniciado um processo de apuração para avaliar a queda dos serviços da Telefônica, que pode resultar em multas para a companhia. A própria operadora informou na semana passada ter sido vítima de ataques externos (crackers) e já ter alertado as autoridades.

Redação - Agência JB Online - 14/04/2009

----------------------------------------------------------------------------------
Comentário: A velocidade da banda larga da internet no Brasil anda, em média, 1400 Kbps para downloads, e 280 Kbps para uploads. O comum é achar uploads a 20% do dowloads. Mas não é o que se vê por aí. A internet banda larga via rádio, por exemplo, anda de pernas curtas, pois em muitos locais, regiões, a coisa se inverte, uma anomalia, uma irregularidade, invertendo as velocidades de downloas com a de uploads. Downloads é o que se recebe, o que vem para o seu PC, e uploads é o que se manda. Ambos passam pelo seu provedor, para nós uma ponte onde pagamos o pedágio, e aí surge o gargalo, muito comum nos horários de pico, de maior procura, de utilização, horários que coincidem com as Lan Houses cheias, comércio a todo vapor, pagamentos e recebimentos de contas, emissão de boletos, etc.
Não acreditem quando um provedor da a desculpa para um problema todos os dias às 15h da tarde, ou quem sabe às 20h para quem não gosta de novela.
- Dizem: “pode ser alguém roubando sinal” ou “alguém interceptando o cabo”.
Não existe roubo com hora marcada. Desconfie.
Ou o provedor comprou poucos Mbs e está vendendo mais do que adquiriu, ou no rádio junto ao servidor tem mais de 50 usuários em acesso simultâneos. Tem que investir mais para produzir melhores serviços. O lucro fácil é enriquecimento sem causa.
A Anatel deveria adotar, e os Juizados Especiais Cíveis também, a exigência da mesma proporção, ou seja, se o usuário contrata 1 MB e só tem disponível na média mensal 500KB, deveria somente pagar a metade do valor.
Mas enquanto a Anatel dorme, os usuários da internet podem usar alguns bons sites de medições, os chamados confiáveis. Não confiem nos medidores dos próprios drivers e softwares instalados nos PCs, desktops e notebooks.
Sugestões:
www. http://www.intel.com/pt_BR/Consumer/Game/por_bbst.htm
www. http://www.testesuavelocidade.com.br/
www. http://www.rjnet.com.br/2velocimetro.php?r=vMaHwNv
www. http://www.abeltronica.com/velocimetro/pt/?idioma=pt&newlang=pt

sábado, 11 de abril de 2009

BBB9 - MAX VOLTA A MARICÁ


BBB9: Max volta a Maricá e promete terminar a casa de sua mãe

O município de Maricá, na Região dos Lagos do Rio de Janeiro, viveu um dia de rebuliço na sexta-feira (10). Segundo o jornal O Dia, o filho mais ilustre da cidade, o novo milionário Max Porto, esteve por lá, com uma promessa: concluir as intermináveis obras da casa de sua mãe.

Max atendeu a todos os fãs e vizinhos que o abordaram até chegar à casa, no alto de um humilde condomínio no bairro do Flamengo. A casa passa por obras há cerca de oito anos, mas ainda tem vários cômodos e o segundo andar inacabados. “Minha casa já era uma prévia do ‘BBB’, só que do lado B. Todo mundo dorme junto e a nossa cozinha é a xepa”, brincou ele, em entrevista à equipe do “Fantástico”, da Rede Globo.

Max também falou sobre a vontade de realizar o ‘sonho de princesa’ de sua mãe, que teve dificuldades para montar um lar para os filhos. “Antes, não queríamos expor nossa situação financeira para não parecer apelação. Agora, é bom que as pessoas vejam que Max faz jus ao prêmio, porque lá na casa muita gente chorava miséria, mas na verdade era todo mundo ‘montado na grana’”, contou a mãe de Max.

11/04/2009 - http://babado.ig.com.br/
bbb9/noticias/2009/04/11/bbb9+max+volta+a+marica+e+promete+terminar+a+casa+de+sua+mae+5462941.html

BBB9: Mãe de Max diz que Boninho queria seu filho fora do programa


Depois de ver o filho vencer a nona edição do "Big Brother Brasil" por 0,24%, Clara Porto se virou contra a direção do reality show. Em entrevista ao jornal O Dia deste sábado (11), ela disse que Boninho queria ver seu filho fora do programa.

“Depois que Boninho disse no jornal que apostava em três mulheres na final, uma produtora me aconselhou a contar ao Max sobre a morte da avó, como se quisesse que ele desistisse”, comentou.

Clara contou que, após se manifestar, ouviu uma declaração do diretor.
“Desconfiei de manipulação e fiz um escândalo.
Boninho ouviu e disse à minha filha: ‘Quem entra aqui tem que estar disposto a tudo’”, afirmou.

segunda-feira, 6 de abril de 2009

PAC - Plano de Auxílio às Construtoras‏


PAC - Plano de Auxílio às Construtoras‏

De: tribunaonline@googlegroups.com em nome de raymundo araujo
Enviada: sábado, 28 de março de 2009
Para: abdic ; abi ; casa da américa latina ; CEDAC ONG ; CEPAT ; aept ;

PAC da Habitação:

Plano de Auxílio às Construtoras (ou a... Camargo Correa?)
* Raymundo Araujo Filho

O PAC da Habitação, por exemplo, por ser desprovido de concepções sociais, e cheio de "pragmatismo eleitoral" carece dos mínimos adendos que são necessário para que MORAR não seja apenas um estar sob um Teto.

Cabeça de fósforo
Eduardo Marinho (arte útil)

Editado e publicado por http://titaferreira.multiply.com
___________________________________

Li um bom artigo sobre a dificuldade da fiscalização das verbas destas empreiteiras, visto o emaranhado de (des)caminhos percorridos, por elas. De outro lado, ando farto e cansado de artigos com análises apenas estruturais dos nossos problemas. Assim sendo, ofereço este artigo para reflexão, em um plano de execução real.

Este complexo emaranhado de verbas e fiscalização de seus usos pelos empresários tem em sua raiz a avassaladora privatização e destino a particulares de boa parte do erário e da exploração quase escravocrata da mão de obra brasileira.

O Brasil em vez de combater o modelo estatal corrupto e perdulário que tivemos como herança (também dominado pelas classes dominantes) e até (maus) exemplos no campo socialista, escolheu o caminho da completa privatização e sequestro por particulares dos bens públicos, por oligopólios setoriais, muitas vezes intercomunicados por “holdings” complexas e internacionalizadas.

Assim, fomos colocados em uma situação em que o Estado Ineficiente foi derrotado e substituído pela Privatização Perdulária .

Uma mão de obra terceirizada aos governos, como virou moda, que recebe de salário R$500,00 por mês, custa ao erário R$2000,00 (dois mil), e já sabendo nós que pode-se colocar como custo mais R$500,00 relativos as somas dos impostos, décimo terceiro, férias, vales transportes etc.... Então, só nesse item, o erário paga cerca de 100% a mais, para os donos das empresas terceirizadas (lucro), e mesmo para Cooperativas de Trabalho completamente privatizadas e escamoteando a atividade empresarial, com burla da Lei.

Ora! Nas obras do PAC, QUALQUER UMA, a estimativa é a mesma. Um lucro líquido mínimo de 100% sobre o custo final do processo. Além de superfaturamentos, etc. e tal. Em país nenhum do mundo, o montante de lucro é tanto, assim como dos superfaturamentos. E olha que roubam bastante, também...

Assim, o Estado Perdulário vai sendo substituído pela Privatização do Estado (Erário), pelo sequestro dos Institutos Públicos, que se dá através da Política. O que temos, então, são obras sob um ponto de vista da execução delas, e não da inserção das mesmas, em um cenário de desenvolvimento Social. Uma espécie de Endogenia Administrativa.

O PAC da Habitação, por exemplo, por ser desprovido de concepções sociais, e cheio de "pragmatismo eleitoral" carece dos mínimos adendos que são necessário para que MORAR não seja apenas um estar sob um Teto. Mas sim a possibilidade de uma Comunidade Pobre inserir-se social e economicamente, agora gerando eles mesmos, demandas reais, em contraposição às "demandas artificiais e produzidas apenas comercialmente (Milton Santos)", modificando pela base, o eixo das prioridades governamentais.

As novas comunidades a serem formadas pela construção de Casas Populares, do jeito que é proposto, ressentem-se de não terem previstas infra estrutura social mínima (praças, creches, restaurantes populares, clubes sociais, quadras de esporte, e demais exigências relativas à logística, localização, integração na vida produtiva da cidade). Além disso são construídas pelas empreiteiras lucrando alto e com a benesse de terem as alíquotas de impostos dos materiais de construção reduzidos em cerca de 7% e outras facilidades.

Ora! Esta redução de alíquota refere-se, em média, ao pagamento de mão de obra dos empreendimentos. Ou seja: Quem paga a mão de obra dos empreendimentos empresariais, nesta nova fórmula Lullista (tá superando o Obama!) somos nós mesmo, o Povo. Enquanto toda a infra estrutura pública (saúde, segurança, educação, transportes, estradas e quetais), continuam a ressentindo-se de investimentos concretos, ágeis e eficientes. Querem manter crianças nas escolas, gastando R$0, 35 em alimentação (merenda escolar) por aluno / dia. Mas, para os empresários, TUDO! Só no Brasil de Lulla.... Ao menos no tempo de FHC , Collor e Sarney tínhamos Povo nas ruas fazendo oposição pra valer...

Isso poderia ser sanado por iniciativas que consistem em estabelecer na nova Comunidade, um Modelo de Gestão Participativa (admito que até obrigatório para os contemplados), para a formalização das demandas autóctones, por exemplo, para a construção de milhares de pequenas unidades produtivas industriais e artesanais de pequeno e médio porte, para fabricarem desde alimentos para a merenda escolar no setor rural, praiano (pescadores e marisqueiros, por exemplo) e mesmo urbano (doces, biscoitos, iogurtes, etc), até confecções de uniformes, luvas, pequenos artefatos, e milhares de outros itens e até pequenas metalurgias e congêneres.

E, como engendrar a integração e fluxo comercial deles?

Ora! O dinheiro investido nas Habitações e Unidades Gerenciais Populares (inclusive com Centros de Formação Técnica e Profissional EM CADA COMUNIDADE, é PÚBLICO. Então, nada mais justo que a gerência deste dinheiro que é do Povo, passe a contemplar através das Compras de Estado (estas é que verdadeiramente sustentam os grandes empresários, para quem não sabe), de vários materiais necessários para seu funcionamento e cumprimento de metas.

Só no caso dos alimentos da merenda escolar, Policias Civil e Militar, Hospitais Públicos, Redes Assistidas, por exemplo, se produzidos e consumidos o mais localmente possível gera uma série de economias em cascata, com garroteamento das desagregações de valores, entre outras vantagens, como a própria fabricação com bem menos utilização de substâncias e produtos químicos (conservantes, entre outros) e controlada localmente pelo fortalecimento das Vigilâncias Sanitárias locais, possibilitando construções industriais de pequeno porte, muito mais simplificadas e com equipamentos adequados a este tipo de atividade de menor porte, e com alto teor higiênico sanitário, pela manipulação de menores volumes e por pessoas que afinal, principalmente nos pequenos municípios estarão fabricando alimentos para usuários de sua própria comunidade, senão de sua própria família.

Outros fatores que permitem uma perfeita competição até em licitações públicas são:

1) A redução de transportes e fretes (12 a 15% do valor final do produto) e vai e vem de matérias primas pra lá, e de industrializados para cá, perfazendo muitas vezes 1000 Km a até mais, para que um leite que saiu da teta de uma vaca, cheque na boca do consumidor. Lembrando que a distância entre as moradias da tal vaca e do tal consumidor, não passa de 100Km, ou muito menos, como é frequente.

É que cada vez mais oligopoliza-se a industrialização dos alimentos, em favor dos grandes empresários do agronegócio e agroindústrias em conglomerados.

2) A NÃO evasão de ICMS pelas compras pelas Prefeituras e seccionais do Estado e Gov. Federal, de itens fabricados em outros municípios, em geral concentradores de “progresso”, com seus megas parques industriais. Enquanto os municípios ao redor vão minguando e transferindo seus parcos recursos para os de maior porte. Em uma sucessão perversa e pervertida.

3) A melhor qualificação dos produtos, artefatos e outros itens (pequenas metalurgias, vassouras, uniformes, luvas, componentes vários, etc), por estarem sendo feitos com orientação técnica e controle do próprio comprador, o Estado. E, de preferência sob a fiscalização de um Conselho Municipal de Compras Públicas, e suas organizações espirais correlatas com outros municípios e regionais.

Assim, voltando ao caso dos alimentos, só com a redução dos custos do frete, eliminação do ICMS (12% a 17%) agora comprador local, mas também produtor e industrial, já colocaria os itens citados, em condições de competirem e com vantagem, em qualquer Licitação descentralizada ou Bolsa de Cotação.

Além do que, o Produtor/Pequeno Industrial Rural ou Urbano, por estarem recebendo remunerações não salariais, mas sim societárias para seus produtos, em Indústrias Cooperativadas sem impostos sobre empregos, mas sim sobre renda obtida e com reduções tributárias por aplicação em novos investimentos descentralizados, seriam os agentes da melhor remuneração do próprio município de origem, no Fundo Estadual de Participação no ICMS. Afinal, com a população sendo melhor remunerada, vai gastar seu dinheiro no próprio município.

Imaginem agora, isso multiplicado por uma imensidão de municípios e de produtos viáveis para este tipo de iniciativa, a Revolução que seria.....

E, sendo fiel (como sempre tento) às minhas convicções pelo que chamamos Autonomismo Social, sem que nos apeguemos naquele Estado Assistencialista, Dirigente e Dominador, o que propomos aqui é o Compartilhar das Verbas Públicas, buscando o que chamo Estado Compartilhado (nem que seja à força...), como generosamente citava o prof. Milton Santos como função do Estado Generoso (deve mesmo estar no Céu, o nosso saudoso professor, talvez ensinando Deus a ser Deus, realmente). E este compartilhamento que seja entendido como uma ETAPA Possível agora, para algo melhor, no futuro.

Desta maneira, combatendo a noção da simples destruição do Estado (vontade e motivos não faltam...), mas não para substituí-lo por uma Gestão Social, mas sim para privatizá-lo no que dá lucro e onerar no prejuízo, ao contrário, o que propomos é o Compartilhar do que é recolhido, da População. Talvez assim, poderíamos vislumbrar o que o mais alouqueado Anarquista ao mais conservador Marxista e quetais têm como objetivo estratégico, ao menos declarado: A Permanência apenas das Forças Produtivas Populares(Trabalho) na condução dos destinos dos Povos.

Mas, temos dois “problemas com esta perspectiva de Gestão Popular Compartilhada:

Aos poucos, de posse dos meios de produção, com PARTE de suas produções com compras garantidas pelo Estado Compartilhado, a posse dos Meios de Produção por largas e crescentes faixas da População, o Clientelismo Político cairia em desuso.

A esquerda brasileira terá de se concentrar na Organização e Mobilização Popular, e não na conquista da Aparelho de Estado pelas vias institucionais, já totalmente sequestradas e corrompidas pela iniciativa privada.

Sinceramente, não sei, se a esta altura seria possível o desentortar algumas bocas, afinal entortadas pelo uso do cachimbo do Poder Institucional, para levar a frente a tarefa de seduzir o Povo Trabalhador a tomar conta de seus próprios destinos, em vez de acreditar em Paternalismos baratos. E para isso, em vez de esmolas, teremos de disponibilizar recursos produtivos.

E o PAC, principalmente o da habitação, agora em voga? Fica, ao meu ver, diminuto, sem brilho e sem funcionalidade, além de colocar 1/6 dos Sem Teto, apenas sob um teto, e não em uma Comunidade Viva. Enquanto jazem quase mortos no Congresso Nacional, os projetos de Lei que instituem o Imposto Progressivo para Imóveis Fechados, que só em uma cidade como o Rio, perfazem muitas dezenas de milhares de unidades. E, o Rio será umas das duas cidades mais contempladas com as obras do PAC-Habitação.

É a cara do (des)governo Lulla esta proposta mal cuidada, pobre de horizontes, de curto alcance para o Povo e de muita remuneração para os empreiteiros.

E sem prazo para a execução!

Raymundo Araujo Filho
Médico veterinário homeopata e não prega prego sem....................martelo.

A história indiscreta do prefeito do Rio


A história indiscreta do prefeito do Rio de Janeiro

Suzana Brito

Nesta biografia não-autorizada, você vai conhecer Eduardo Paes. Como ele começou na política, o troca-troca de partidos, sua associação com as empreiteiras, as remoções de favelas e a defesa do crime organizado, até chegar no atual "Choque de Ordem" — agressão contra o povo travestida de política pública — durante muito tempo sonhada pelas classes dominantes do país.

http://www.anovademocracia.com.br/51/05a.JPG

Eduardo Paes iniciou sua "carreira política" em 1993, com apenas 24 anos — antes de terminar a faculdade de Direito na PUC-RJ — no comando da subprefeitura da Barra da Tijuca, quando o prefeito da cidade era César Maia (PFL). Desde então, sempre foi um aplicado pupilo e seguiu à risca a principal lição de seu mestre: estar ao lado do capital. É importante repetir que ele foi guindado à subprefeitura por César Maia, porque na última farsa eleitoral, o discípulo fez todo o possível para se dissociar do mestre.

Três anos depois, foi eleito vereador. Sua subida vertiginosa no velho Estado brasileiro continuou em 1998, quando pela primeira vez foi eleito para a Câmara dos Deputados, com apenas 29 anos, e em 2002, quando foi reeleito. Antes da reeleição, porém, assumiu a Secretaria Municipal do Meio Ambiente do Rio de Janeiro, durante a gerência de César Maia.

Em 2007, a convite do governador fascista Sérgio Cabral, Eduardo Paes assumiu a Secretaria Estadual de Turismo, Esporte e Lazer, mas deixou o cargo em março de 2008 para disputar as eleições para a prefeitura. Em apenas cinco anos o atual prefeito do Rio passou por três partidos — PFL, PSDB e PMDB — e de 1993 pra cá passou também por PV e PTB. Se for possível falar de infidelidade num regime de partido único, seu comportamento é mesmo um dos mais volúveis.
Dinheiro farto

Na campanha à Prefeitura do Rio, a candidatura de Eduardo Paes foi a que recebeu mais dinheiro. Somente até agosto de 2008 o PM DB havia declarado a arrecadação da pequena fortuna de 3,166 milhões de reais — valor que pode duplicar se considerarmos o dinheiro oriundo do caixa dois, prática mais que generalizada entre os partidos eleitoreiros. A Construtora OAS foi a que mais investiu nas eleições, com mais de 1,5 milhão de reais distribuídos por quase todos os candidatos — incluindo os representantes da falsa esquerda Alessandro Molon e Jandira Feghali, que lucraram, juntos, 500 mil reais. Naturalmente os doadores de campanha cobrarão a fatura em um futuro próximo.

Há duas empresas que também investiram muito nas eleições municipais do Rio de Janeiro. E são duas empresas que ajudam a contar a história de Eduardo Paes, porque há pelo menos duas décadas fazem parte do esquema César Maia. São elas o banco Bradesco e a empreiteira Carvalho Hosken. As duas empresas estiveram envolvidas nos despejos violentos promovidos pela prefeitura, em 2006, na Barra da Tijuca.

O interesse da especulação imobiliária no Rio de Janeiro ficou muito claro na ocasião do despejo violento, em fevereiro de 2006, da Comunidade Arroio Pavuna, localizada na Barra da Tijuca. As sessenta e sete famílias que lá residiam receberam indenização média de R$ 15 mil cada, valor insuficiente para adquirir outro imóvel na região, como determina o artigo 429 da Lei Orgânica do Município. Dessas indenizações, ao menos quatro foram pagas com cheques de empresas privadas (três da construtora Carvalho Hosken S/A e um da Uhslanga Comércio de Roupas).

Os quatro cheques são do Banco Bradesco, agência 1075 (Barra da Tijuca). Seus números e respectivos valores são 010794 (R$ 19. 516,00), 010776 (R$ 33.161,00), 010798 (R$ 26.208,00) e 010796 (R$ 17.434,00). Jovino Germano Pinto, 71 anos, aposentado, morou na Arroio Pavuna por 15 anos e falou sobre a retirada dos moradores.

— Foi tão rápido que nem deu tempo de fazer nada. Eles chamaram a gente na Secretaria de Habitação e disseram: 'Se vocês quiserem aceitar, tudo bem; se não quiserem, vamos tirar do mesmo jeito'. Aí deram os cheques e 24h pra gente sair. Teve gente que não aceitou, mas a Guarda Civil entrou, tirou as coisas e derrubou as casas.

Detalhe: distante apenas 50 metros de onde estava a Comunidade Arroio Pavuna encontra-se o Condomínio Rio 2, construído pela Carvalho Hosken, onde um apartamento de dois quartos custa, em média, R$ 700.000,00.
Violência contra o povo

Quando era subprefeito, em 1993, Eduardo Paes comandou uma tentativa de despejo violento numa outra favela da Zona Oeste, a Vila Autódromo. Os moradores da região dizem que Eduardo Paes os acusou de causar "dano visual, ambiental e estético", discurso punitivo contra a classe trabalhadora utilizado pelo então jovem estudante de Direito, de 24 anos, para concorrer e ser eleito vereador.

Em 1996, a Vila Autódromo sofreu uma ação de reintegração de posse movida pela Prefeitura. Inscrito sob o número 2245 na 4ª Vara de Fazenda Pública, e assinado por Luiz Roberto da Mata, da Procuradoria Geral do Município (PGM), o texto coloca como réus os ocupantes da Vila Autódromo e "objetiva reprimir dano ao meio ambiente urbano, dano ao meio ambiente natural, dano estético, paisagístico e turístico pedindo-se limitar (...), tomando-se providências para retirada de pessoas e coisas".

Analisando este histórico não é difícil compreender o atual "Choque de Ordem" promovido pelo prefeito Eduardo Paes. Trata-se de uma consequência natural das alianças que fez durante sua "carreira" política. Para deleite das empreiteiras e do monopólio dos meios de comunicação, que lucram com a violência contra a classe trabalhadora, Paes criou uma secretaria de governo apenas para tratar de ações contra mendigos, camelôs e gente que não tem onde morar. São as tais operações CopaBacana, IpaBacana e etc. O novo secretário, tão logo foi empossado anunciou o RioBacana, alcunha que por si só revela a opção de classe dos donos do poder. A Secretaria Municipal de Ordem Pública, comandada por Rodrigo Bethlen, representa melhor do que qualquer coisa o uso da máquina pública pelos ricos para massacrar os pobres.

Daí o jornal O Globo ter anunciado Eduardo Paes como o "novo xerife" daquilo que chamam de ordem pública. Logo após a eleição o novo guardião dos interesses capitalistas recebeu três páginas, no primeiro caderno, de uma entrevista "mamão com açúcar", sem perguntas difíceis. E mais duas ou três sob a vinheta "transição", dedicadas a relatar os feitos do jovem empreendedor em Brasília.
Apoio ao crime organizado

As chamadas milícias também marcam a história indiscreta do atual prefeito do Rio. Esses grupos paramilitares, compostos por policiais civis, militares, bombeiros e agentes carcerários são responsáveis por milhares de casos de assassinatos, torturas, ameaças e diversos tipos de agressões contra a população favelada do Rio de Janeiro. Até jornalistas já foram vítimas da brutalidade desses delinquentes, apêndices do aparato estatal para exercer controle sobre determinadas regiões e explorar serviços de gás, telefonia, TV a cabo, "segurança", entre outros.

Eduardo Paes, seguindo a diretriz de seu mestre político, César Maia, defendeu a ação desses bandidos numa entrevista ao programa RJTV, da Rede Globo, durante as eleições para governador do Rio de Janeiro, em 2006, quando se candidatou pelo PSDB. Na ocasião, o atual prefeito da capital fluminense declarou o seguinte:

— Jacarepaguá [Zona Oeste do Rio de Janeiro] é um bairro que a tal da polícia mineira, formada por policiais, por bombeiros, trouxe tranquilidade para a população. O morro do S. José Operário era um dos morros mais violentos desse estado, e agora é um dos lugares mais tranquilos.

Vários deputados estaduais e vereadores do Rio estão presos acusados de chefiarem os grupos paramilitares no Rio, mas nada foi efetivamente feito para que esses grupos deixassem de existir e eles continuam atuando livremente e com o apoio do Estado.

http://www.anovademocracia.com.br/